Então, o tempo passou, as células de renovam, eu espero.
Por tanto tentei, esperei, rezei, mesmo se fé, pedi. Não quero abrir mão, eu te amo pra caralho. As coisas mudaram, eu ainda te amo.
As lágrimas caem, o sangue flui, os celulares tocam.
Por quanto tentei ignorar? Chorei escondida, pedi que você lembrasse de mim. Eu guardei tudo pra mim, tudo. Tristeza, alegria, pesar e sofrer, apenas o amor não consegui esconder.
O palavreado reduziu, a rotina gerou desgaste, a dependência alternou-se.
Sou um parasita, não quero deixar, eu quis explodir, morrer, correr… Ninguém dorme mais naquela cama… Ninguém dorme mais. A noite muda os hábitos de quem respira seus ares, mudou seus interesses também, mudou algo em você, algo, eu.









